domingo, 14 de março de 2010
A Shocking Look Inside Chinese Fur Farms
Pledge to go fur-free at PETA.org.
Creio que já todos nós conhecemos as imagens destes furões, apesar de nem todos termos estômago para o ver até ao fim.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Em Carne Viva
O número de vegetarianos está a aumentar de dia para dia, em termos de percentagens é um aumento estrondoso, no entanto em termos numéricos somos gotas num oceano.
A ambição de ter uma vida saudável está cada vez mais idealizada à abolição de carnes na alimentação. Para arrebatar a discussão a respeito de um mundo verde, dos problemas ambientais, é indicado como uma das muitas alternativas o vegetarianismo (como proposta de uma vida de harmonia entre todos os que habitam neste planeta).
Mas não é só a ambição de uma vida saudável, que tem levado o número de vegetarianos a aumentar no mundo, os media mais do que quaisquer outros meios têm contribuindo para um grande aumento dos que são chamados "vegetarianos éticos".
Jonathan Safran Foer, um entusiasta articulado que editou à pouco tempo um romance que recebeu boas criticas do "New York Times" quanto à coerencia do discurso, mas foi penalizado por comparar a opressão vivida pelos humanos àquela sofrida pelos animais. Neste livro que tem como titulo "Eating Animals" (Comendo Animais), Jonathan descreve os processos de produção das propriedades ocupadas em criar animais para a industria alimentícia. O autor consegue descrever o destino de porcos e galinhas, com grande energia e compaixão, o que não é bem visto por alguns leitores, contra-argumentando que existem problemas mais graves como as consequências da malária nas milhares de pessoas que morrem por ano.
Esta é uma discussão que predomina à já alguns anos, encarada antes por um escritor muito menos optimista que Safran Foer. Prémio Nobel de Literatura de 2003, J.M. Coetzee - "não come carne de nenhum tipo e não disfarça a decepção quando vê alguém comer".
Esta obra de Coetzee toca em vários assuntos chave, contemplando argumentos de defesa e de ataque, sempre na voz dos personagens. Norma, a nora de Elizabeth, ateia a briga e afirma que “A proibição da carne que se vê no vegetarianismo é apenas uma forma extrema de restrição alimentar e uma restrição alimentar é uma forma rápida e simples de um grupo de elite se definir”.
O que pode ser considerado ofensivo para muitos que tomaram a árdua decisão de abolirem animais na sua alimentação, seja esta porque motivos for. Existem muitos motivos para a adesão ao regime vegetariano, sejam estes a religião, o afecto, a saúde, a politica ou até mesmo o paladar.
De facto, por volta do século 6 a.C., hindus, budistas e jainistas sentiram que as pessoas não deviam comer animais. Podemos então comparar a evolução da nossa mentalidade em relação à dos homens que aqui habitavam à 2600 anos.
Concluo este post com uma citação de Immanual Kant
"Nós podemos julgar o coração de um homem pelo seu tratamento dos animais"
A ambição de ter uma vida saudável está cada vez mais idealizada à abolição de carnes na alimentação. Para arrebatar a discussão a respeito de um mundo verde, dos problemas ambientais, é indicado como uma das muitas alternativas o vegetarianismo (como proposta de uma vida de harmonia entre todos os que habitam neste planeta).
Mas não é só a ambição de uma vida saudável, que tem levado o número de vegetarianos a aumentar no mundo, os media mais do que quaisquer outros meios têm contribuindo para um grande aumento dos que são chamados "vegetarianos éticos".
Jonathan Safran Foer, um entusiasta articulado que editou à pouco tempo um romance que recebeu boas criticas do "New York Times" quanto à coerencia do discurso, mas foi penalizado por comparar a opressão vivida pelos humanos àquela sofrida pelos animais. Neste livro que tem como titulo "Eating Animals" (Comendo Animais), Jonathan descreve os processos de produção das propriedades ocupadas em criar animais para a industria alimentícia. O autor consegue descrever o destino de porcos e galinhas, com grande energia e compaixão, o que não é bem visto por alguns leitores, contra-argumentando que existem problemas mais graves como as consequências da malária nas milhares de pessoas que morrem por ano.
Esta é uma discussão que predomina à já alguns anos, encarada antes por um escritor muito menos optimista que Safran Foer. Prémio Nobel de Literatura de 2003, J.M. Coetzee - "não come carne de nenhum tipo e não disfarça a decepção quando vê alguém comer".
Esta obra de Coetzee toca em vários assuntos chave, contemplando argumentos de defesa e de ataque, sempre na voz dos personagens. Norma, a nora de Elizabeth, ateia a briga e afirma que “A proibição da carne que se vê no vegetarianismo é apenas uma forma extrema de restrição alimentar e uma restrição alimentar é uma forma rápida e simples de um grupo de elite se definir”.
O que pode ser considerado ofensivo para muitos que tomaram a árdua decisão de abolirem animais na sua alimentação, seja esta porque motivos for. Existem muitos motivos para a adesão ao regime vegetariano, sejam estes a religião, o afecto, a saúde, a politica ou até mesmo o paladar.
De facto, por volta do século 6 a.C., hindus, budistas e jainistas sentiram que as pessoas não deviam comer animais. Podemos então comparar a evolução da nossa mentalidade em relação à dos homens que aqui habitavam à 2600 anos.
Concluo este post com uma citação de Immanual Kant
"Nós podemos julgar o coração de um homem pelo seu tratamento dos animais"
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direitos dos animais,
razoes éticas
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
"Sims 3" Apela o Veganismo.

A PETA, organização não-governamental de protecção aos animais, elegeu o jogo «The sims 3» como o melhor de 2009, salientando a sua vertente de atenção para com os vegetarianos, logo pelos direitos dos animais.
Trata-se do já tradicional «Proggy Award» para o jogo mais amigo dos animais em 2009, dado que permite simular um estilo de vida vegetariano, dando a possibilidade de os avatares terem uma vida mais longa, comendo tofu ou saladas. Por outro lado, se o personagem comer muita carne acaba por ficar doente.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Caça às focas no Canadá
Matar uma vaca em cada estádio é a benção para o mundial Africano
Uma proposta para abençoar os estádios do Mundial da África do Sul com o sacrifício de uma vaca por cada recinto está a preocupar os activistas dos direitos dos animais.
A ideia é do Makhonya Royal Trust, que coordena as actividades culturais no país, defende o sacrifício de gado como o verdadeiro espírito africano para abençoar a competição.
«Temos de ter uma cerimónia cultural de algum tipo, na qual mataremos uma besta», disse o presidente daquele organismo à Reuters.
Um dos ministros sul-africanos prometeu já fazer pressão junto da FIFA para que o ritual seja autorizado.
A ideia é do Makhonya Royal Trust, que coordena as actividades culturais no país, defende o sacrifício de gado como o verdadeiro espírito africano para abençoar a competição.
«Temos de ter uma cerimónia cultural de algum tipo, na qual mataremos uma besta», disse o presidente daquele organismo à Reuters.
Um dos ministros sul-africanos prometeu já fazer pressão junto da FIFA para que o ritual seja autorizado.
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Dentro de 5 anos poderemos comer carne artificial
O produto ainda está a ser testado e ainda ninguém o provou, mas os investigadores holandeses responsáveis por esta experiência, afirmam que dentro de 5 anos estará carne artificial à venda nos nossos super-mercados.Os cientistas extraíram células musculares de um porco vivo e colocaram-nas numa solução de produtos animais. As células multiplicaram-se e criaram tecido muscular. A partir deste resultado é possível criar produtos semelhantes a bifes, caso seja possível desenvolver uma maneira de “exercitar” o músculo. Mark Post, professor de fisiologia na Universidade de Eindhoven afirma que ainda têm um longo caminho pela frente mas "chegaremos lá".
A Vegetarian Society indicou, porém, que “a grande questão será garantir que as pessoas estão a comer carne artificial e não carne de animais que foram mortos”. “Será muito difícil etiquetar e identificar a carne, de uma maneira em que as pessoas se sintam seguras”.
Como se as boas novas não bastassem a carne produzida em laboratório poderia evitar a emissão de gases de efeito de estufa para a atmosfera que resulta da criação de gado. Estima-se que o consumo de carne e de produtos lácteos possa duplicar até 2015 e que o metano que se liberta durante as actividades relacionadas com a criação de gado seja responsável por 18 por cento dos gases de efeito de estufa lançados para a atmosfera.
(fonte: http://www.publico.clix.pt/Ci%C3%AAncias/carne-artificial-pode-estar-a-venda-dentro-de-cinco-anos_1412306)
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Citando o desconhecido
"O homem capaz de pensar deve opor-se a todos os costumes cruéis, não importa quão profundamente enraizados na tradição e cercados por um halo. Quando tivermos opção, devemos evitar levar tormento e dor à vida de outrem, mesmo à criatura mais reles; mas fazê-lo é renunciar à nossa virilidade e suportar uma culpa que nada justifica."
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